A unidade épica n’Os Lusíadas: revisitando Baco, Adamastor e o velho do Restelo

Cleber Vinicius do Amaral Felipe

Resumen


O poema épico de Camões não deve ser encarado como reflexo ou como descrição expressiva do seu mundo, pois transformou matérias de diversos tempos e lugares. O poeta do século xvi não conhecia a livre-concorrência, as estéticas de Kant e Hegel, a literatura enquanto prática letrada autônoma apartada da res publica. Levando-se em consideração que os atos de leitura eram miméticos e prescritivos, ordenados por preceitos retóricos e poéticos, pretende-se retomar três recursos da epopeia camoniana para compreendê-los historicamente por meio dos códigos linguísticos que subsidiaram essa poesia: as advertências do velho do Restelo, as profecias post-factum do gigante Adamastor e o antagonismo de Baco

Palabras clave


Luís de Camões; Gigante Adamastor; Velho do Restelo; Baco

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DOI: http://dx.doi.org/10.18441/ibam.20.2020.73.107-127

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IBEROAMERICANA. América Latina - España - Portugal

ISSN (print): 1577-3388
ISSN (online): 2255-520X
DOI: 10.18441/ibam

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