“Quiero ser un profesional indígena”: narrativas de universitarios indígenas en Iquitos
DOI:
https://doi.org/10.18441/ind.v43i1.73-96Palavras-chave:
Estudiantes indígenas amazónicos, interculturalidad, acciones afirmativas para indígenas, ciudades amazónicas, profesionales indígenasResumo
El artículo analiza las narrativas de ocho estudiantes indígenas de la Universidad Nacional de la Amazonía Peruana (UNAP), miembros de la Organización de Estudiantes de Pueblos Indígenas de la Amazonía Peruana (OEPIAP). Se enfoca en cuatro mujeres y cuatro varones provenientes de diferentes pueblos indígenas y matriculados en diversas carreras universitarias en Iquitos. Examina sus experiencias de desplazamiento a la ciudad, el trabajo colectivo de las organizaciones indígenas para garantizar su acceso, permanencia y egreso universitario, así como las limitaciones y formas de discriminación que enfrentan durante sus estudios. Además, explora sus dilemas, aspiraciones, y lo que significa, para ellos ser un profesional indígena. El estudio muestra que la noción de profesional indígena propuesta por estos estudiantes plantea un camino para repensar el perfil del profesional a futuro.
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