Modernizar é preciso. Pensamento social e mudança no Brasil rural (1944-1954)
DOI:
https://doi.org/10.18441/ibam.17.2017.64.195-209Palavras-chave:
Modernização, Ambiente, Técnicas agrícolas, Pensamento social, BrasilResumo
O modelo de modernização da agricultura brasileira, adotado após a Segunda Guerra Mundial, foi marcadamente influenciado pela matriz norte-americana da Extensão Rural e não considerou outras experiências de instituições nacionais de pesquisa ou proposições de importantes intelectuais do período. Neste artigo, buscamos debater uma perspectiva
intelectual que gira em torno de autores como Sérgio Buarque de Holanda, Carlos Schmidt, Emílio Willems, Florestan Fernandes e Antônio Cândido. Realizando uma análise histórica e antropológica dos impactos iniciais da industrialização sobre as populações rurais tradicionais, esses autores levantaram questões sobre a cultura, a adaptação ao ambiente e as técnicas agrícolas empregadas, criticando o modelo ibérico colonial do Brasil.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2017 Iberoamericana

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0.
La publicación en IBEROAMERIANA no tiene ningún coste para autoras y autores.
Autoras y autores conservan sus derechos de autoría y transfieren a la revista el derecho a la primera publicación así como el derecho ilimitado no exclusivo a reproducir y destribuir la contribución en la versión aceptada por IBEROAMERICANA.
Los contenidos de la edición electrónica se encuentran bajo la licencia Creative Commons Atribución/Reconocimiento-CompartirIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0).
