La Virgen, la virginidad y la violencia sexual. La traducción de términos castellanos y conceptos cristianos en materiales quechuas de conversión religiosa de los siglos XVI/XVII
DOI:
https://doi.org/10.18441/ind.v42i2.39-67Palavras-chave:
Andes, Quechua, traducción lingüística y cultural, instrucción cristiana, campo semántico de virginidad, siglos XVI-XVIIResumo
Los objetivos de esta contribución son los siguientes: en términos lingüístico-culturales analizo la traducción al quechua de algunas palabras relacionadas con la Virgen Santa María, la virginidad en general y la violencia sexual, documentadas en materiales de cristianización de los siglos XVI/XVII; y, al hacer esto, estudio cuáles fueron los procedimientos de traducción que se reflejan en los significados de las palabras quechuas. Además, las traducciones me permiten hacer algunas sugerencias acerca de su recepción por los nuevos fieles andinos. Los ejemplos analizados en esta contribución muestran que hay varias categorías de traducción: equivalencia, resemantización, neologismo semántico, paráfrasis, explicación y préstamo, pero no siempre es fácil delimitar una de otra. Argumento que la amplia variedad de enfoques traductológicos refleja el trabajo práctico de los traductores coloniales. Más que la implementación de una teoría o la aplicación de determinados métodos acordados o impuestos, esto sugiere/indica un grado de espontaneidad y creatividad innovadora.
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