Traducción del concepto ‘virgen’ a la lengua tepehuana en la obra de Benito Rinaldini (siglo XVIII)
DOI:
https://doi.org/10.18441/ind.v42i2.157-185Palavras-chave:
Anisomorfismo lingüístico y cultural, extensión semántica, lengua tepehuana, virgen, traducción misioneraResumo
En este estudio analizamos cómo el jesuita Benito Rinaldini afrontó al anisomorfismo lingüístico y cultural al traducir el concepto católico de ‘virgen’ en su Arte de la lengua tepehuana (1743). Exploramos la gramática, los textos religiosos y el vocabulario para identificar su presencia en ejemplos gramaticales y en fragmentos del Confesionario y del Credo; así como su uso para codificar términos como ‘doncella’ y ‘muchacha’ y otras nociones afines; también revisamos si el tratamiento de ‘virgen’ difiere al dado a la Virgen María. La comparación con otras gramáticas y vocabularios del noroeste revela un patrón común: la extensión semántica de términos nativos que denotan ‘juventud’, ‘novedad’ o ‘integridad’ para expresar valores morales cristianos. Este procedimiento, ante un concepto inexistente en la cultura tepehuana, pero importante en la cultura cristiana, obligó a proponer nuevos usos para vocablos propios; lo que derivó que las estructuras semánticas de la lengua indígena se adaptaran para integrar nuevas categorías implantadas por el misionero en un contexto de evangelización.
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