Neologismos y negación: la representación de la Virgen María en lengua cumanagota (Venezuela, siglos XVIIXVIII)
DOI:
https://doi.org/10.18441/ind.v42i2.187-197Palavras-chave:
Virgen María, lengua cumanagota, Venezuela, siglos XVII-XVIIIResumo
Este artículo estudia la traducción y adaptación de conceptos asociados a la Virgen María en la lengua cumanagota durante los siglos XVII y XVIII. A partir de un corpus de textos franciscanos y capuchinos, se examinan los recursos léxicos y estilísticos empleados para describir el cuerpo ‘virgen’ en culturas caribes donde dicho atributo carecía de equivalentes conceptuales directos. Los resultados muestran que, si bien existían términos indígenas como guaricha para referirse a mujeres jóvenes o doncellas, se optó por la construcción léxica eutacapuin (‘mujer no taladrada’), como eufemismo culturalmente adaptado. El presente estudio explora cómo funcionaron estas estrategias de traducción en el marco más amplio del proceso de negociación cultural y lingüística del oriente venezolano.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores conservam os direitos de autor e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite a partilha do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir o seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
