La Salve Regina del franciscano fray Maturino Gilbeforti (siglo XVI): traducción a la lengua tarasca del nombre de Santa María y sus atributos
DOI:
https://doi.org/10.18441/ind.v42i2.139-155Palavras-chave:
tarasco, Salve Regina, Santa María, virgen, conversión, siglo XVIResumo
Fray Maturino Gilberti, al llegar al Nuevo Mundo, aprende el tarasco y otras lenguas indígenas. Dedica su vida a la conversión de la población tarasca y, con ese mismo propósito, a la redacción de textos doctrinales y de obras destinadas a la enseñanza de las prácticas del catolicismo. El análisis de la Salve Regina permite observar la búsqueda de términos y expresiones tarascas capaces de transmitir adecuadamente su contenido teológico. Debido a una organización social distinta, se constata la ausencia de correspondencias léxicas directas (‘regina’ es uno de los ejemplos más evidentes), así como la presencia de equivalencias aproximadas que no logran plenamente su objetivo (‘dulcedo’, traducida como vrimarari). Otras traducciones, en cambio, se consolidan y perviven hasta la actualidad (‘virgen’ como yurixe), mientras que algunas no presentan dificultad alguna (‘mater’ como nana).
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